Entrevistando: Nicholas Sparks!

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A entrevista foi feita pelo G1, e eu vi no blog Poetisa e Literária. Confiram:

G1 – Qual foi o primeiro livro você leu e depois pensou ‘Acho que posso fazer isso também, escrever minhas histórias’?
Nicholas Sparks – Não sei se tem um livro específico. Mas, na época em que eu estava no ensino médio, lia muito Stephen King. Então, quando tinha 19 anos de idade e escrevi meu primeiro romance, a ideia é que fosse um livro de terror, porque eu realmente gostava do que Stephen King fazia. Claro, eu não era bom, de modo algum – ao contrário dele… Mas eu era jovem, e algum tempo depois, quando tinha 22 anos de idade, li uma série de livros considerados “clássicos modernos da literatura americana”, [obras] dos anos 1950, como “O apanhador no campo de centeio”; “Catcher-22”, de [Joseph] Heller; “Matadouro 5”, do Kurt Vonegutt; “Lolita”, do Nabokov… Esses livros eram tão fortes – as vozes dos personagens –, que eles realmente me fizeram crer que eu poderia voltar a escrever. Então, foi o que fiz: escrevi um romance. Mas nem esse nem o anterior foram publicados, jamais.

G1 – Também no seu site, você recomenda a fãs livros de outros autores. Se tivesse de escolher um brasileiro, quem seria?
Nicholas Sparks – Para americanos? Paulo Coelho. Ele é um escritor com o qual alguns americanos estão familiarizados. O problema é que muitos dos autores brasileiros não são traduzidos para o inglês.


G1 – Você diz ler cerca de 125 livros por ano. O que você prefere: ler ou escrever?
Nicholas Sparks – Ler!

G1 – Por quê?
Nicholas Sparks – Porque é mais fácil. E mais divertido (risos). [Ler] me deixa relaxado. Escrever é um trabalho. É preciso cativar as pessoas, estejam elas no Brasil ou nos Estados Unidos, sejam elas adolescentes ou idosas… É algo desafiador a se fazer.

G1 – Você publicou 18 livros desde 1996. Como arruma tempo para escrever um livro por ano e ler outros 125?
Nicholas Sparks – Geralmente, passo entre cinco e seis horas por dia escrevendo – três ou quatro vezes por semana. Demoro cerca de seis meses para completar um romance. Gasto os outros seis meses para editando e promovendo o livro, pensando no próximo e tratando de todos os outros negócios nos quais estou envolvido: filmes, TV, passar tempo com minha família, minha mulher… No resto do tempo, faço exercícios e leio. É uma vida muito simples.

G1 – Você continuaria escrevendo mesmo se não tivesse se tornado best-seller?
Nicholas Sparks – Eu não sei. Eu teria me aposentado (risos).

G1 – Sério: o que você faria se não fosse escritor?
Nicholas Sparks – Poderia ser produtor de filmes – e eu já faço isso. Poderia trabalhar na Broadway – o que estou fazendo. Poderia me envolver mais com a TV do que já estou envolvido. Ou me dedicar mais à caridade. Poderia passar mais tempo fazendo tudo isso, ou passar mais tempo com a família.

G1 – Sei que você se recusa a escolher um filme favorito dentre os baseados nos seus livros. Algum deles se destaca?
Nicholas Sparks – Acho que provavelmente, se tem um destinado a se tornar um clássico, é “Diário de uma paixão”. Porque ele passa na TV a cabo do mundo inteiro e o tempo inteiro. Elas exibem sempre esse filme.

G1 – Existe uma fórmula ou método ‘Nicholas Sparks’?
Nicholas Sparks – Não. Há certos elementos que tendem a se repetir – coisa pequena. Mas não é uma fórmula.

G1 – Acredita que seu estilo de escrever mudou com os anos?
Nicholas Sparks – Ah [passa alguns segundos pensando]… Talvez um pouco. Quando releio “O diário de uma paixão”, ainda acho que há partes que são incrivelmente fortes na voz narrativa e no poder de comoção. Ainda tento manter esse efeito. Ao mesmo tempo, acho que melhorei em outras áreas.

G1 – Já cogitou escrever sobre outras coisas que não romance ou histórias de amor?                                                                       Nicholas Sparks – Meus livros não são necessariamente romances românticos. Certamente, há elementos românticos. Mas, ao tirando isso, as histórias de amor, tem tragédia, raiva, traição… Então, por lidar com sentimentos humanos, tenho permissão para incluir elementos de outros gêneros: suspense, aventura, mistério, sobrenatural – tenho feito isso em meus romances, e isso é incrível.


 Ele é uma fofura né! *0* Agora, uma vida simples? Oi??? Eu não faço metade das coisas que ele faz e não consigo ler nem 50 por ano!!! rsrsrsrs

Bjokas e até a próxima...


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