Divulgando! Cidades Mortas

Hey amores e amoras! prontos para mais um Divulgando!? O livro da vez é a distopia nacional baseada na trilogia da autora Suzanne Collins, Jogos Vorazes! O livro se chama Cidades Mortas,  O romance é o primeiro de uma série que tem quatro volumes planejados. 

O romance de estréia do autor Dêner B. Lopes, 19, vai ser publicado pela Chiado Editora, no Brasil e em Portugal. E tem como base a parte não retratada em Jogos Vorazes.

“Como os três livros da autora Suzanne Collins não mencionavam uma única frase sobre o que acontecia, ou como as outras nações ao redor do mundo eram, tive esse pensamento em mente”

O livro, que conta com prefácio conta com o prefácio do autor Renato C. Nonato, autor da distopia “Terras Metálicas”, lançada em 2012 pelo selo Novos Talentos da Literatura (Novo Século) ainda não tem previsão de lanamento. Pra aumentar a nossa curiosidade!!

Confiram:

Capa de Cidades Mortas.

"Arthur Noah é um adolescente órfão e medroso de 16 anos que é atormentado dia após dia só pela simples menção do Festival das Cidades-Mortas. O Festival acontece uma vez por ano, no início do mês de dezembro, e é exibido para toda nação por TV aberta durante exatas duas semanas. Um grupo de jovens, de 15 a 18 anos, é escolhido pelos habitantes votantes de sua Cidade (de antigo nome Estado) para lutar pela sobrevivência durante o reality show na Cidade-Morta escolhida (lugar esse antes conhecido por favela), extinta de vida humana. Cinco milhares de soldados-robôs do Governo são dispersados pela Cidade-Morta, incumbidos unicamente a procurar esses Eleitos e causar-lhes morte lenta e torturante.

(No local abandonado se encontra de tudo; desde armas e desodorantes até correntes com o pingente da Máscara de Prata.)

Arthur, no entanto, numa das saídas livres permitida pelo orfanato à praia, conhece um velho gordo, dono de um quiosque, que lhe pede ajuda. Com o pensamento claro de que seria um dos participantes da nova edição do Festival (pois seus pai, avô e irmão também foram) ele diz ao velho que não precisa de dinheiro nem de nada em troca. Porém, ao final do expediente, o velho lhe oferece um cigarro de maconha (algo muito caro e proibidíssimo pelo Governo, e quem fosse pego portando tal droga seria imediatamente preso, sendo ele quem fosse), dizendo-lhe que aquilo fazia desaparecer todos os problemas. E é isso que Arthur quer; por isso aceita.

Como o prazo para voltar ao orfanato estava acabando (e o rapaz não podia fumar lá dentro, em meio a chusma de pessoas), ele, ao notar as ruas sem movimento, acende a droga. Pouco depois, distraído, esbarra em alguém, que para seu azar é um policial. Arthur é preso, levado até a delegacia. Em sua cela, conhece um outro jovem; William; um alguém controverso, rechonchudo e espinhento; além de racista e perigoso, mas incrivelmente de bom coração e alienado, que simplesmente não percebe quando está sendo suportável ou insuportável para Arthur.

Era bom e mau para este. Bom porque jovens presos não podiam ser votados para o Festival, e mau, pelo fato de estar preso num lugar pequeno e frustante, com alguém que ele definitivamente não gostava.

Os dois, durante os dias que se passam, arrumam uma maneira de fugir e conseguem; justo no Dia Primeiro do Festival, onde, na delegacia, policiais (robôs ou humanos) estavam em falta. Mas algo inesperado acontece, pois ao fugirem sob uma viatura, esta os leva diretamente para a Cidade-Morta sede; eram as viaturas de polícia que levavam os Eleitos para lá.

Em pico de audiência por dois jovens adolescentes presos invadirem um Festival mundialmente conhecido, os produtores permitem tal ação de deixá-los participar, mas, se sobrevivessem ao final das duas semanas, apenas um pedido seria lhes conferido, diferentemente dos dois, de qualquer outro sobrevivente.

Arthur e William, então, se veem incumbidos a lutar por sua sobrevivência. Com apenas uma bala na arma P-LB, roubada do policial-carcereiro na fuga da delegacia, e uma caixa de fósforos, eles precisam se unir. Até que as coisas comecem a mudar."

E aí amores o que acharam? Você pode entrar em contato com o autor pelo Facebook

Bjokas e até a próxima.

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