As "Helenas" de Manoel Carlos São Inspiradas No Livro De Machado De Assis


Oi, oi amores! O escritor e autor de telenovelas brasileiras Manoel Carlos, conhecido por suas novelas “Felicidade”, “Laços de Família”, “Mulheres Apaixonadas” e “Viver a Vida”, retorna ao horário nobre com sua nova novela, “Em Família” exibida pela TV Globo.  Uma das principais curiosidades nas novelas do currículo do autor são os nomes das personagens femininas, “Helena”. O nome aparece na maioria das novelas de Manoel, tendo nove delas como o nome de protagonistas. O autor revelou que sua inspiração veio da obra do escritor e fundador da Academia de Letras, Machado de Assis.

Em 1952, Manoel Carlos escreveu dirigiu “Helena”, uma adaptação do Romance Urbano de Machado de Assis para a TV Paulista. Após a novela, Manoel iniciou o ciclo de Helenas na dramaturgia, homenageando a Helena de Machado, através de suas personagens. Em seu livro de crônicas A arte de viver, o autor conta que começou o seu fascínio após ter lido a obra de Machado de Assis ao doze anos. Logo em seguida estudou mitologia e conheceu a história de Helena de Troia. As histórias serviram de inspiração para criar personagens modernas, imperfeitas e verdadeiras como todo o ser humano, afirma.  O livro Helena de Machado de Assis foi publicado originalmente em 1876.

A história de Helena, personagem principal do romance, é uma história de mistérios. Dada como filha bastarda do conselheiro Vale, um rico mulherengo, a jovem e bela Helena é reconhecida por ele no testamento e, depois de sua morte, passa a viver na mansão da família, ganhando um irmão, Estácio, um rapaz de 27 anos, e uma tia, dona Úrsula. Ao morrer, o conselheiro já era viúvo. E aí começam as especulações sobre a origem de Helena. Quem teria sido sua mãe? Como ela e o conselheiro teriam se conhecido? Como Estácio e a tia, irmã do conselheiro, a receberiam em casa? Estácio namora Eugênia, filha de Camargo, o médico da família e amigo íntimo do conselheiro. Camargo sabe a verdadeira história de Helena, e tem medo de que ela venha a desfazer o esperado casamento entre Estácio e Eugênia, impedindo assim a ascensão social da filha e, por tabela, a sua própria.

A obra ganhou mais duas adaptações como telenovela, exibida pela TV Globo em 1975 e pela Manchete em 1987. Em 2012 ganhou sua versão em quadrinhos no estilo mangá publicada pela New POP Editora.

Achei isso um máximo! Pra gente ver como a leitura é capaz de nos inspirar!
O que vocês acharam? Não deixem de comentar!
Bjinhos e até a próxima.

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